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14 Dicas Para Conservar Um Namoro


1 - Não pegue no pé. Dê liberdade. Não prenda. Respeite a individualidade. Por mais que queira proteger a pessoa que você ama, você é namorado e não pai ou mãe.

2 - Dê atenção. Ter amigos é importante, mas dê preferência à pessoa que você ama.

3 - Controle o ciúme. Ter algum ciúme é normal, mas quando esse sentimento vira paranóia o namoro se deteriora.

4 - Confiar inclui deixar que o par tenha os mesmos amigos de antes do namoro, e não xeretar as gavetas, as agendas e os telefonemas.

5 - Não açucare. Açucarar é ficar paparicando ou usar todos os doces de um livro de receitas para chamar o seu amor. Exemplos: docinho de coco, pudim, bombom.  Não há amor que resista a tanto melado.

Quando o Sexo é Pecado


Tem gente que pensa que por viver uma vida honesta, não fazer mal a ninguém, ser trabalhador e outras qualidades positivas o credencia para estar no céu e herdar a salvação. Acham também que Deus não está assim muito preocupado com a adoração.

Quero reafirmar no programa de hoje que Deus tem interesse, sim, na forma como O adoramos. Inclusive no último programa estudamos que os idólatras e os devassos (se não mudarem de atitude) não vão entrar no reino de Deus. Vamos relembrar a profecia?  “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (I Coríntios 6:10).

Oração dos Namorados


Sabe, Cristo, a gente está amando…Você foi alguém que amou. E como amou! Amar é estar junto de quem e ama. Fisicamente, se possível; espiritualmente, sempre. Por isso, Cristo, não deviam dar tantos títulos pra você… Deviam dizer que Você amou. Simplesmente.

A gente está amando, Cristo. É sensacional, sabe? Só que, às vezes, a gente fica em dúvida, fica naquela de não saber se está amando ou só gostando. Gostar a gente gosta de coisas… Amar, a gente ama gente! Pra amar é preciso ter coragem. Porque amar é assumir o outro, todo, inteirinho, com suas qualidades e com seus defeitos, não é mesmo? Se a gente fica só no gostar, os defeitos vão obscurecendo as qualidades, mais e mais, e de repente, o “grande amor” já era!

O Lado Negativo de “Juntar Os Trapos” Antes De Casar


Juntar os trapos e ir morar com o parceiro antes do casamento pode parecer uma boa forma de “testar” se o relacionamento vai dar certo. Mas muitos casais que passam anos juntos morando debaixo do mesmo teto se divorciam pouco tempo depois do casamento. Morar junto com um parceiro sem estar casado é uma prática cada vez mais comum. Só nos Estados Unidos, a coabitação aumentou em mais de 1.500% no último meio século. Em 1960, cerca de 450 mil casais não casados viviam juntos no país. Hoje, o número é de mais de 7,5 milhões. Estatísticas apontam que a maioria dos jovens adultos na faixa dos 20 anos vai viver com um parceiro romântico pelo menos uma vez na vida, e mais da metade dos casamentos acontecem depois que o casal já mora junto. Essa mudança tem sido atribuída à revolução sexual e ao eficiente controle de natalidade. Além disso, dividir as contas torna a coabitação atraente.

O Casamento Não Mata o Amor


O que faz o amor durar? O texto é de Annete Bowen e as dicas que ela oferece, todas elas aplicadas em seu próprio casamento, são simples, porém eficientes. Uma leitura que vale apena ser desfrutada até o final. Seu casamento não merece?

Tenho uma amiga que está se apaixonando. Ela afirma honestamente que o céu está mais azul; tem notado a suave fragrância das flores ao lado de sua garagem, embora antes passasse por elas sem parar; e Mozart a leva às lágrimas. Em resumo, a vida nunca foi tão excitante. “Sou jovem, novamente!” diz ela de maneira exuberante. Tenho de admitir que o rapaz deve ser melhor que as clínicas de emagrecimento. Ela já perdeu sete quilos e está parecendo uma modelo de capa de revista.

Dicas Para Casar Com a Pessoa Certa


Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma estatística, tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma fria.

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.

O erro clássico. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: “Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado… para pior!”

Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.

A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome “Estar apaixonado”. “Estou apaixonado” freqüentemente significa “Sinto atração física.” A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?

Sexo na Adolescência e Comportamento Adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta. O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas. Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações). “Ter uma experiência sexual durante esse ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris. [...]

“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil. [...]

Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.

Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.

“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.

Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento. 

Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo. Fonte da Postagem

Perda de Virgindade na Adolescência = Mais Divórcio


Uma pesquisa feita pela Universidade de Iowa mostrou que mulheres que perdem a virgindade muito cedo têm maior probabilidade de se divorciar, principalmente se foram pressionadas a transar. Estudo publicado na edição de abril do Jornal do Casamento e da Família entrevistou 3.793 americanas. 31% das mulheres que perderam a virgindade enquanto adolescente divorciaram-se depois de cerca de cinco anos de casadas. 47% delas divorciaram-se com cerca de dez anos de casadas. Já entre as mulheres que esperaram até a idade adulta para perder a virgindade, 15% divorciaram-se após cinco anos e 27% após dez anos. [...] A pesquisa também trouxe um número interessante: uma em cada quatro mulheres que começaram a vida sexual cedo ficou grávida antes de se casar. Entre as que esperaram até a idade adulta para começar a transar, esse número é de uma para dez. Entre todas as entrevistadas, 1% perdeu a virgindade com 13 anos ou menos, 5% com 14 ou 15 anos, 10% com 16 ou 17. Dentre elas, 42% disseram que sofreram pressão para transar. 58% das mulheres entrevistadas preferiram esperar até os 18 anos para relacionar-se sexualmente. Dentre elas, 22% disseram que foram pressionadas.

(Meme Yahoo, com informações do Daily Mail)